Como funciona
O cliente finaliza o pedido e o jogo aparece na tela de confirmação, enquanto ele ainda está com o celular na mão e satisfeito com a compra. Ele joga uma vez, vê o que ganhou, e o cupom fica guardado no telefone dele para o pedido seguinte.
Você define o que entra na roleta: percentual de desconto, valor fixo, frete grátis ou um produto de brinde. Cada prêmio tem a sua chance, e você controla todas.
Quanto custa
Incluído na mensalidade. O custo é o prêmio — e, como ele só vale na compra seguinte, você só paga quando o cliente volta e gasta de novo.
Por que isso aumenta o faturamento
O jogo age no momento mais barato que existe para convencer alguém: logo depois da compra, quando a pessoa já confiou em você e ainda está no cardápio. Nessa hora, o custo de fazer ela pensar na próxima compra é zero — não tem anúncio, não tem disparo, não tem ninguém ligando.
E o prêmio tem data. Um cupom de 10% com 15 dias de validade entra na janela em que o cliente já voltaria mesmo — nossa mediana entre o 1º e o 2º pedido é de 21 dias — e empurra a decisão de "semana que vem" para "hoje".
Com ticket médio de R$ 56,63:
- 10% de desconto no pedido seguinte custa R$ 5,66.
- O pedido que ele faz por causa disso traz R$ 51 líquidos de desconto.
- Se não voltasse, o cupom não custaria nada — porque prêmio não usado não é despesa.
O que medimos na nossa base
Nos restaurantes que ligaram o jogo, 8 em cada 10 partidas terminam com prêmio e cerca de 1 em cada 4 jogadores volta a jogar — ou seja, volta a pedir.
O recurso é recente e está rodando em poucos restaurantes, então trate como sinal, não como comportamento provado de todo o mercado. Medido em 15 de outubro de 2026.
"80% ganham" não é erro de configuração
É a dúvida mais comum de quem vê a mecânica pela primeira vez: se quase todo mundo ganha, não estou dando dinheiro de graça? Não — e a diferença está em quando o prêmio vale.
Numa rifa, o prêmio sai na hora e você perde margem no pedido que já estava fechado. Aqui, o prêmio só existe se houver um próximo pedido. Quem não volta não te custou nada. Fazer pouca gente ganhar economiza prêmio e desperdiça o único motivo de o jogo existir, que é trazer a pessoa de volta.
Quando faz sentido, e quando não faz
Faz sentido se você vende item de recompra rápida e tem margem para um desconto de 5% a 15% no pedido seguinte — e se consegue entregar o prêmio sem atrito no balcão.
Não faz sentido se a sua margem não aguenta desconto nenhum, se o seu público é de ocasião única, ou se você já tem cashback e fidelidade rodando: três mecânicas competindo pela mesma atenção deixa o cliente perdido e você sem saber qual funcionou. Escolha uma, meça, depois some.
Perguntas que a gente mais recebe
O cliente pode jogar toda vez que pede?
Você decide. O mais comum é liberar uma partida por pedido, o que mantém o jogo ligado à compra. Liberar sem limite transforma o prêmio em desconto permanente.
O que colocar de prêmio?
Misture: um desconto pequeno com chance alta, algo intermediário e um prêmio bom com chance baixa. Prêmio só grande sai caro; prêmio só pequeno não anima ninguém a voltar.
O desconto vale no mesmo pedido?
Não. O prêmio vira cupom para a próxima compra. É isso que faz o jogo trazer o cliente de volta em vez de só reduzir a margem do pedido que já estava fechado.
E se ninguém usar o cupom?
Aí ele não te custou nada. Prêmio não resgatado não é despesa — por isso o risco de ligar a roleta é menor que o de dar desconto direto no cardápio.
Posso usar roleta e cashback juntos?
Tecnicamente sim, mas comece por um. Duas mecânicas de recompensa ao mesmo tempo somam custo, confundem o cliente e impedem você de saber qual delas trouxe alguém de volta.